O juiz pergunta ao jurado:
"Existe alguma razão para que você não faça parte do júri nesse caso?"
"Sim, meritíssimo, não gostaria de me ausentar do meu trabalho por tanto tempo"
"Mas eles não podem fazer o trabalho sem você?"
"Podem sim, mas eu não quero que eles descubram isso!"
Notícias, bastidores forenses, lendas jurídicas, piadas e outras (in)utilidades sobre o Direito.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Loira versus advogado
Uma loira e um advogado estão sentados lado a lado num vôo de São Paulo a Belém. O advogado pergunta a loira se ela não quer participar de um joguinho interessante. A loira, muito cansada, diz que só quer dar um cochilo, agradece educadamente e se vira para a janela para uma soneca. O advogado insiste e explica que o jogo é fácil e muito divertido. Ele explica:
- Eu te faço uma pergunta e, se você não souber a resposta, me paga R$5,00 e vice-versa.
Novamente ela declina e tenta dormir um pouquinho. Mas o pentelho insiste:
- OK, se você não souber a resposta, me paga R$ 5 e se eu não souber a resposta, te pago R$500,00.
Isso chamou a atenção da loira, que, pensando que esse tormento não terminaria enquanto ela não participasse da brincadeira, decidiu concordar. O advogado fez a primeira pergunta:
- Quem descobriu o Brasil?
A loira não disse uma palavra, abriu a bolsa, pegou uma nota de R$ 5 e entregou ao advogado.
- OK, é a sua vez - ele diz.
Ela então pergunta:
- O que é que sobe a montanha com três pernas e desce com quatro pernas, é verde e tem cheiro de rosas?
E vira-se pro canto pra tirar um cochilo.
O advogado, desconcertado, pega seu laptop e pesquisa todas as referências, sem nenhuma resposta. Pega o telefone do avião (airphone), o conecta em seu modem, procura em todos os bancos de dados e bibliotecas possíveis, sem nenhuma resposta. Frustrado, manda e-mails para todos os seus amigos e colegas de trabalho, sem nenhum sucesso. Após uma hora, ele acorda a loura e entrega a ela R$500,00. A loira diz:
- Muito obrigada - e se vira de novo para uma nova soneca.
O advogado, pra lá de mal-humorado, acorda a loura novamente e pergunta:
-Muito bem, qual é a resposta?
Sem dizer uma palavra sequer, a loira abre a bolsa, entrega R$5,00 ao advogado e volta a dormir.
Não tem preço
Marido e mulher, num atrito familiar, começam a discutir. O marido berra:
- Entendi sua chantagem! O que você quer? Um carro? Uma casa nova? Uma viagem à Europa?
- Nada disso! Não dá mais! Eu quero o divórcio!
O marido, suando frio, se senta e suspira:
- Poxa, eu não estava pensando em gastar tanto...
- Entendi sua chantagem! O que você quer? Um carro? Uma casa nova? Uma viagem à Europa?
- Nada disso! Não dá mais! Eu quero o divórcio!
O marido, suando frio, se senta e suspira:
- Poxa, eu não estava pensando em gastar tanto...
Advogado no inferno
Um advogado morreu e foi para o inferno. Um mês depois, São Pedro recebe uma carta do Capeta, encaminhando o advogado. A carta dizia:
"Devolvo, com o presente, a alma do causídico Fulano de tal, por absoluta impossibilidade de mantê-lo sob meu domínio, pelas razões que seguem:
1. Ele abriu um escritório trabalhista e convenceu os capetinhas a ingressarem com ações trabalhistas pedindo insalubridade, periculosidade etc.
2. Depois, ingressou com uma ação direta de inconstitucionalidade junto ao Supremo Tribunal Infernal alegando excesso de concentração de poder contra mim.
3. Pra terminar, ele abriu uma imobiliária, loteou o Inferno e começou a vender as possessões satânicas em módicas e suaves prestações."
"Devolvo, com o presente, a alma do causídico Fulano de tal, por absoluta impossibilidade de mantê-lo sob meu domínio, pelas razões que seguem:
1. Ele abriu um escritório trabalhista e convenceu os capetinhas a ingressarem com ações trabalhistas pedindo insalubridade, periculosidade etc.
2. Depois, ingressou com uma ação direta de inconstitucionalidade junto ao Supremo Tribunal Infernal alegando excesso de concentração de poder contra mim.
3. Pra terminar, ele abriu uma imobiliária, loteou o Inferno e começou a vender as possessões satânicas em módicas e suaves prestações."
Na hora da morte
Um advogado morre, e pede em seu testamento que cada um de seus três sócios jogue 50 reais dentro de seu túmulo, na hora do enterro. O primeiro pensa muito, tira uma nota de 50 reais da carteira e a joga na cova. O segundo reluta bastante, mas também joga uma nota de 50 reais. O terceiro recolhe as duas notas de 50 e joga um cheque de 150 reais na cova.
Diferença entre advogado, contador e dona de casa
Como saber a diferença entre a dona de casa, o contador e o advogado? É só perguntar quanto é dois mais dois.
A dona de casa diz: "Quatro!"
O contador diz: "Acho que três ou quatro. Deixe-me verificar as contas de novo."
O advogado pensa um pouco, faz um ar matreiro, aproxima-se do interlocutor e pergunta baixinho: "Quanto você quer que dê?"
A dona de casa diz: "Quatro!"
O contador diz: "Acho que três ou quatro. Deixe-me verificar as contas de novo."
O advogado pensa um pouco, faz um ar matreiro, aproxima-se do interlocutor e pergunta baixinho: "Quanto você quer que dê?"
Advogado trocando a lâmpada
P. Quantos advogados são necessários para trocar uma lâmpada?
R. Não sei, mas o contrato seria algo mais ou menos assim:
O primeiro contratante, também conhecido como "Advogado", e o segundo contratante, também conhecido como "Lâmpada", dão por certo e concordam com os termos do seguinte contrato, pelo qual a segunda parte (Lâmpada) se obriga a ser removida de sua posição atual, como conseqüência de sua inaptidão para cumprir contrato anteriormente realizado entre estas partes, i.e., a iluminação da área que começa da porta da frente (norte), atravessando o corredor de entrada, terminando na área próxima ao living, delimitada pelo começo do carpete, sendo que qualquer excesso de iluminação corre por conta da segunda parte (Lâmpada), não cabendo quaisquer ônus para a primeira parte (Advogado), caso não haja sua autorização expressa. Esta transação de remoção inclui os seguintes itens, embora não se limite a eles:
1. O primeiro contratante (Advogado) deve, por meio de uma cadeira, escada ou outro meio de elevação, segurar o segundo contratante (Lâmpada) e rotacioná-la em sentido horário - este ponto sendo inegociável.
2. Após encontrar o ponto em que o segundo contratante (Lâmpada) se separa de um terceiro alheio a este contrato (Bocal), a primeira parte (Advogado) passa a ter a opção de dispor da segunda (Lâmpada), colocando-a na situação que lhe aprouver, nos limites da legislação federal, estadual e municipal.
3. Uma vez efetivada a separação e a acomodação da segunda parte (Lâmpada), a primeira parte (Advogado) tem a opção de iniciar a instalação de uma quarta parte (Nova Lâmpada). Esta instalação deve ocorrer de acordo com um procedimento semelhante e inverso ao descrito na cláusula primeira deste instrumento, sendo importante observar que o sentido de rotação deve ser no sentido anti-horário - sendo este ponto também inegociável.
4. As cláusulas acima podem ser ou não realizadas, ao alvedrio da primeira parte (Advogado), ou por terceiros autorizados por ele através de instrumento legalmente reconhecido, sendo as dúvidas resolvidas no sentido de maior proveito para a quinta parte envolvida, também conhecida como "Escritório de Advocacia".
Tempos difíceis
Um advogado recém-formado numa dessas inúmeras "faculdades de direito" que hoje existem pelo interior afora, tenta em vão conseguir algum cliente. Desesperado, sem encontrar qualquer ocupação, acaba indo parar num circo, onde lhe é oferecido o emprego de domador de leões. O dono do circo lhe explica:
"É simples, quando o leão vier pra cima de você, dê uma chicotada que ele recua na hora."
O jovem advogado, agora domador de lões, resolve tentar. Entra na jaula, e leão logo avança sobre ele. Dá-lhe então uma chicotada, e o leão recua. O público aplaude. Empolgado, ele começa a chicotear com vontade o leão, para delírio do público. O leão recua, fica de pé, coloca as mãos na cabeça, começa a girá-la, desatarracha, retira e diz:
"Calma, meu amigo, bate mais devagar, que eu também sou advogado!"
"É simples, quando o leão vier pra cima de você, dê uma chicotada que ele recua na hora."
O jovem advogado, agora domador de lões, resolve tentar. Entra na jaula, e leão logo avança sobre ele. Dá-lhe então uma chicotada, e o leão recua. O público aplaude. Empolgado, ele começa a chicotear com vontade o leão, para delírio do público. O leão recua, fica de pé, coloca as mãos na cabeça, começa a girá-la, desatarracha, retira e diz:
"Calma, meu amigo, bate mais devagar, que eu também sou advogado!"
Depois de morrer
Depois de morrer, um homem vai para o inferno. Ao passar por poços sulfurosos e pecadores aos gritos, ele vê o advogado mais famoso da cidade aconchegando-se a uma linda modelo.
- Isso é injustiça! – berra o homem ao diabo. Eu tenho de sofrer no inferno por toda a eternidade e aquele advogado fica com ela?
- Silêncio! - exige o demônio, brandindo o tridente na cara do homem - Você tem de pagar sua pena e a modelo tem de pagar a dela!
- Isso é injustiça! – berra o homem ao diabo. Eu tenho de sofrer no inferno por toda a eternidade e aquele advogado fica com ela?
- Silêncio! - exige o demônio, brandindo o tridente na cara do homem - Você tem de pagar sua pena e a modelo tem de pagar a dela!
Sentença incomum
DECISÃO PROFERIDA PELO JUIZ RAFAEL GONÇALVES DE PAULA NOS AUTOS DO PROC Nº 124/03 - 3ª Vara Criminal da Comarca de Palmas/TO
A Escola Nacional de Magistratura incluiu em seu banco de sentenças, o despacho pouco comum do juiz Rafael Gonçalves dePaula, da 3ª Vara Criminal da Comarca de Palmas, em Tocantins. A entidade considerou de bom senso a decisão de seu associado, mandando soltar Saul Rodrigues Rocha e Hagamenon Rodrigues Rocha, detidos sob acusação de furtarem duas melancias:
DECISÃO
Trata-se de auto de prisão em flagrante de Saul Rodrigues Rocha e Hagamenon Rodrigues Rocha, que foram detidos em virtude do suposto furto de duas (2) melancias. Instado a se manifestar, o Sr. Promotor de Justiça opinou pela manutenção dos indiciados na prisão.
Para conceder a liberdade aos indiciados, eu poderia invocar inúmeros fundamentos: os ensinamentos de Jesus Cristo, Buda e Ghandi, o Direito Natural, o princípio da insignificância ou bagatela, o princípio da intervenção mínima, os princípios do chamado Direito alternativo, o furto famélico, a injustiça da prisão de um lavrador e de um auxiliar de serviços gerais em contraposição à liberdade dos engravatados e dos políticos do mensalão deste governo, que sonegam milhões dos cofres públicos, o risco de se colocar os indiciados na Universidade do Crime (o sistema penitenciário nacional)...
Poderia sustentar que duas melancias não enriquecem nem empobrecem ninguém. Poderia aproveitar para fazer um discurso contra a situação econômica brasileira, que mantém 95% da população sobrevivendo com o mínimo necessário apesar da promessa deste presidente que muito fala, nada sabe e pouco faz.
Poderia brandir minha ira contra os neo-liberais, o consenso de Washington, a cartilha demagógica da esquerda, a utopia do socialismo, a colonização européia....
Poderia dizer que George Bush joga bilhões de dólares em bombas na cabeça dos iraquianos, enquanto bilhões de seres humanos passam fome pela Terra - e aí, cadê a Justiça nesse mundo?
Poderia mesmo admitir minha mediocridade por não saber argumentar diante de tamanha obviedade.
Tantas são as possibilidades que ousarei agir em total desprezo às normas técnicas: não vou apontar nenhum desses fundamentos como razão de decidir.
Simplesmente mandarei soltar os indiciados. Quem quiser que escolha o motivo.
Expeçam-se os alvarás.
Intimem-se.
Rafael Gonçalves de Paula
Juiz de Direito
A Escola Nacional de Magistratura incluiu em seu banco de sentenças, o despacho pouco comum do juiz Rafael Gonçalves dePaula, da 3ª Vara Criminal da Comarca de Palmas, em Tocantins. A entidade considerou de bom senso a decisão de seu associado, mandando soltar Saul Rodrigues Rocha e Hagamenon Rodrigues Rocha, detidos sob acusação de furtarem duas melancias:
DECISÃO
Trata-se de auto de prisão em flagrante de Saul Rodrigues Rocha e Hagamenon Rodrigues Rocha, que foram detidos em virtude do suposto furto de duas (2) melancias. Instado a se manifestar, o Sr. Promotor de Justiça opinou pela manutenção dos indiciados na prisão.
Para conceder a liberdade aos indiciados, eu poderia invocar inúmeros fundamentos: os ensinamentos de Jesus Cristo, Buda e Ghandi, o Direito Natural, o princípio da insignificância ou bagatela, o princípio da intervenção mínima, os princípios do chamado Direito alternativo, o furto famélico, a injustiça da prisão de um lavrador e de um auxiliar de serviços gerais em contraposição à liberdade dos engravatados e dos políticos do mensalão deste governo, que sonegam milhões dos cofres públicos, o risco de se colocar os indiciados na Universidade do Crime (o sistema penitenciário nacional)...
Poderia sustentar que duas melancias não enriquecem nem empobrecem ninguém. Poderia aproveitar para fazer um discurso contra a situação econômica brasileira, que mantém 95% da população sobrevivendo com o mínimo necessário apesar da promessa deste presidente que muito fala, nada sabe e pouco faz.
Poderia brandir minha ira contra os neo-liberais, o consenso de Washington, a cartilha demagógica da esquerda, a utopia do socialismo, a colonização européia....
Poderia dizer que George Bush joga bilhões de dólares em bombas na cabeça dos iraquianos, enquanto bilhões de seres humanos passam fome pela Terra - e aí, cadê a Justiça nesse mundo?
Poderia mesmo admitir minha mediocridade por não saber argumentar diante de tamanha obviedade.
Tantas são as possibilidades que ousarei agir em total desprezo às normas técnicas: não vou apontar nenhum desses fundamentos como razão de decidir.
Simplesmente mandarei soltar os indiciados. Quem quiser que escolha o motivo.
Expeçam-se os alvarás.
Intimem-se.
Rafael Gonçalves de Paula
Juiz de Direito
Técnico em Segurança do Trabalho no inferno
Um Técnico de Segurança do Trabalho morreu e chegou às portas do Céu. São Pedro procurou a ficha do Técnico de Segurança do Trabalho em seus arquivos mas, como andava um pouco desorganizado, não a encontrou na montanha de documentos. Então, ele falou:
- Lamento, mas seu nome não consta em minha lista....
Assim, o Técnico de Segurança do Trabalho foi até as portas do Inferno, onde lhe deram imediatamente moradia e alojamento. Pouco tempo se passou e o Técnico de Segurança do Trabalho se cansou de sofrer as agruras do inferno e se pôs a projetar melhorias. Com o passar do tempo, o Inferno já tinha ISO 9000, sistema de monitoramento de cinzas, ar condicionado, banheiros com drenagem, escadas rolantes, aparelhos eletrônicos, redes de telecomunicações, inspeções, programas de manutenção predial, sistemas de controle visual, sistemas de detecção de incêndios, PPRA, EPI, EPC, PAE, Manual de Primeiros Socorros, NR10, etc... Até começou a implantar ISSO 14001, visando um sistema de gestão.E o Técnico de Segurança do Trabalho passou a ter uma excelente reputação.
Um dia, Deus, estranhando a falta de reclamações que normalmente lhe chegava das bandas do Inferno, chamou o Diabo pelo telefone e perguntou desconfiado:
- Como estão vocês aí no Inferno?
- Nós estamos muito bem! Temos ISO 9000, sistema de monitoramento de cinzas, ar condicionado, banheiros com drenagem, EPI, EPC, atendemos a NR10, escadas rolantes, aparelhos eletrônicos, internet, etc. Se quiser, pode me mandar um e-mail para meu endereço, que é o diabofeliz@inferno.com. E olhe que eu ainda nem sei qual será a próxima surpresa que o Técnico de Segurança do Trabalho nos reserva! Devemos implantar ISO 14001 visando o meio ambiente, assim logo teremos um sistema de gestão.
- O QUÊ?! Vocês TÊM um Técnico de Segurança do Trabalho aí no Inferno? Nunca deveria ter chegado aí! Os Técnicos de Segurança do Trabalho sempre vão para o Céu; isso é o que está escrito e já está resolvido. Mande-o de volta para o Céu imediatamente!
- De jeito nenhum! Eu sempre pensei em e ter um Técnico de Segurança do Trabalho na organização.
- Mande-o para mim ou... EU LHE PROCESSO!
E o Diabo, dando uma tremenda gargalhada, respondeu a Deus:
- Ah, sim? Então, só por curiosidade, me responda: DE ONDE você VAI TIRAR UM ADVOGADO, se todos eles estão aqui...
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Entrevista com estagiário
O escritório de advocacia mais pão-duro da cidade abriu uma vaga de estágio. Depois de uma semana, só um candidato apareceu. O próprio advogado fez a entrevista com o rapaz.
- Vamos começar com perguntas simples, conhecimentos gerais, história, geografia, ciências, personalidades. Quem foi Stalin?
- Um cara que cantava estalando os dedos.
- E Lênin?
- Tocava nos Beatles.
- O senhor não quer dizer Lennon?
- Esse fazia dupla com a Lilian.
- Ah... Leno!
- Não... Cantano.
- Vamos mudar de assunto. O que é equação?
- É a arte de montar uma égua.
- E equitação?
- É quando a gente paga todas a nossas dívidas.
- O que é um quelônio?
- É um tipo de mineral radioativo.
- Não seria plutônio?
- Não... esse é o nome completo do cachorro do Mickey.
- O que é fotossíntese?
- Denominação técnica para um retratinho 3 x 4.
- O que é um símio?
- Um cara que nasceu na Símia.
- Na Símia? E qual é a capital da Símia?
- Nessa tu me pegou: não me lembro agora.
- Quem era Pancho Vila?
- Companheiro de Dom Caixote.
- O que é um caudilho?
- Um osso que tem na ponta da coluna e segundo os cientistas, comprova que o homem tinha rabo e descende do macaco.
- Onde fica a vesícula?
- Debaixo da clavícula.
- Onde ficam os glúteos e para que servem?
- Ficam na garganta e servem para engolir.
- Onde fica o baço?
- Não é baço. É braço. São dois e ficam antes das mãos.
- Para que servem as fibras óticas?
- Para movimentar os olhos.
- Onde fica o Triângulo das Bermudas?
- Qualquer costureira sabe: entre o cós e o gavião.
- Quem descobriu a Lei da Gravidade?
- Um médico ginecologista francês, o Dr.Jeckyl.
- Putz! E quem foi Sócrates?
- Sócrates? Ah essa é mole! Jogou na seleção e era chamado de doutor. Tá vendo? Também conheço futebol; não é por ser bacharel em direito que tenho que ser ingnorante!
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Petissão de um Ardevogado Curíntianu
ESSELENTÍCIMO MANO RESPONSÁVEL DA JUSTIÇA AQUI DA ÁREA
Eu, VANDERGLEISSON OLÍMPIO DOS SANTOS, pode ser mano Vander nas intimação (é como meus truta me chama, tá ligado?), se fazendo representar pelo meu chegado, Dr. Mano Clayton, adêva dos bom e estelionatário da hora, venho perante Vossa Magnitude interpor;
CAUTELAR INOMINADA c/c PEDIDO ELIMINAR
Contra a polícia que invadiu o Bingo. Certo?
Bom, caso que o poblema é dois, perfeito? Eu se encontrava divertindo-me no Bingo do Bolacha. Tava alí bem belo, faceiro, quando derrepente entra os meganha tudo armado, e aí magnata...aí a casa caiu. Maluco, tinha que vê! Não quiseram nem levá um léro.
Reçalta-se que até tentei puchá uma conversa, na aoumildade, mas nada. Aí engrossaram e eu falei: "não embassa, doido! Não tá vendo que eu tô aqui me divertindo,mano? Cês entram como querem na bagaça, sem bater, e zoa com o barato todo aí, dos meu?"
Mas não adiantou nada. Chegaram passando geral, levaram tudo. Foi as máquina de fliper, foi caça-níkeu, e o pior: foi tudo as cautela!!!!
E é aí queu chego nos finalmente. Só entrei com esta ação cautelar, por um motivo: eu quero minha cautela de vorta!
Ah, fala sério! Manos vacilão, pá e tal. Faz 12 ano que eu jogo no Bingo do Bolacha e nunca ganhei nem caneta de vale brinde. Aí no dia queu fécho os baguio alí, grito BINGOOO, entra os meganha e passa geral! Cumé qui é mano.Cadê a justiça? Foi eu que comprei a cautela. E agora?
Tá certo queu meio que se exaltei um pouco umas hora lá e disse pros home:"aí, mano, aqui tem pra trocá", "sai quicando que o barato é meu,maluco!"
É, tentei me impor e só levei uns tapaço de mão aberta.
Mas isso não é motivo pra levá meu jogo (e premiado!).
DOS PEDIDO
Assim, dessa forma e posto isso, só venho pedir de vorta minha cautela premiada qué preu buscá o prêmio lá co Bolacha. Pô, na miúda, só entre a gente, magnata: adianta o lado aí, sem ouví os meganha (esnaudita autera partys). É porque se ficá embassando muito, o Bolacha é capaz de fugir com a minha grana e sabe cumé, como dizia um chegado meu, gente boa pra cacete (o mano Menudo, o Sr. conhece?), "camarão que dorme a onda leva".
Caso Vossa Meritríssima não queira acatar minha eliminar, se digne a bater um fio pro Lula, pra que ele devorva a grana queu gastei na cautela, corrigido e em ficha de fliper. No Space Invaders, de preferência.
Certo? Então era isso.
Esperando que entenda meus lado,
Pede deferimento.
p.p. Dr. Mano Clayton
OAB 1.115.717
CREA 489.548
CRM 225.469
CRC 18.985
CRECI 321.652
Eu, VANDERGLEISSON OLÍMPIO DOS SANTOS, pode ser mano Vander nas intimação (é como meus truta me chama, tá ligado?), se fazendo representar pelo meu chegado, Dr. Mano Clayton, adêva dos bom e estelionatário da hora, venho perante Vossa Magnitude interpor;
CAUTELAR INOMINADA c/c PEDIDO ELIMINAR
Contra a polícia que invadiu o Bingo. Certo?
Bom, caso que o poblema é dois, perfeito? Eu se encontrava divertindo-me no Bingo do Bolacha. Tava alí bem belo, faceiro, quando derrepente entra os meganha tudo armado, e aí magnata...aí a casa caiu. Maluco, tinha que vê! Não quiseram nem levá um léro.
Reçalta-se que até tentei puchá uma conversa, na aoumildade, mas nada. Aí engrossaram e eu falei: "não embassa, doido! Não tá vendo que eu tô aqui me divertindo,mano? Cês entram como querem na bagaça, sem bater, e zoa com o barato todo aí, dos meu?"
Mas não adiantou nada. Chegaram passando geral, levaram tudo. Foi as máquina de fliper, foi caça-níkeu, e o pior: foi tudo as cautela!!!!
E é aí queu chego nos finalmente. Só entrei com esta ação cautelar, por um motivo: eu quero minha cautela de vorta!
Ah, fala sério! Manos vacilão, pá e tal. Faz 12 ano que eu jogo no Bingo do Bolacha e nunca ganhei nem caneta de vale brinde. Aí no dia queu fécho os baguio alí, grito BINGOOO, entra os meganha e passa geral! Cumé qui é mano.Cadê a justiça? Foi eu que comprei a cautela. E agora?
Tá certo queu meio que se exaltei um pouco umas hora lá e disse pros home:"aí, mano, aqui tem pra trocá", "sai quicando que o barato é meu,maluco!"
É, tentei me impor e só levei uns tapaço de mão aberta.
Mas isso não é motivo pra levá meu jogo (e premiado!).
DOS PEDIDO
Assim, dessa forma e posto isso, só venho pedir de vorta minha cautela premiada qué preu buscá o prêmio lá co Bolacha. Pô, na miúda, só entre a gente, magnata: adianta o lado aí, sem ouví os meganha (esnaudita autera partys). É porque se ficá embassando muito, o Bolacha é capaz de fugir com a minha grana e sabe cumé, como dizia um chegado meu, gente boa pra cacete (o mano Menudo, o Sr. conhece?), "camarão que dorme a onda leva".
Caso Vossa Meritríssima não queira acatar minha eliminar, se digne a bater um fio pro Lula, pra que ele devorva a grana queu gastei na cautela, corrigido e em ficha de fliper. No Space Invaders, de preferência.
Certo? Então era isso.
Esperando que entenda meus lado,
Pede deferimento.
p.p. Dr. Mano Clayton
OAB 1.115.717
CREA 489.548
CRM 225.469
CRC 18.985
CRECI 321.652
Fonte: Email de Jocely Cabral Cunha.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Recurso de Multa por Excesso de Velocidade
ILMO. SR. DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE OPERAÇÃO DO SISTEMA VIÁRIO DSV
RECURSO Auto de Infração R00039848
Notificação nº 330948
Eu, José Canabrava da Silva, brasileiro, solteiro graças a Deus por opção, portador da cédula de identidade R.G. nº 29.966.115-5, do CPF nº 272669335-54 e da carteira nacional de habilitação nº 01157267320-MG, domiciliado no Município de Anápolis, Estado de Goiás, venho, por meio deste, requerer digne-se este respeitável Departamento de Operação do Sistema Viário ("DSV") de determinar a nulidade da multa em questão.
1. Trata-se de multa emitida no dia 08 de junho de 2010, em virtude de alegado excesso de velocidade (superior a 20% da velocidade permitida), com o veículo da marca Ford, modelo Escort, de placa KCV-6666, constatado na Av. Brasil, altura do número 1.200, sentido Bairro-Centro, às 05:43 horas do dia 08 de junho de 2010.
2. Este recurso não tem por fim demonstrar a não ocorrência da infração em si considerada, mas apenas demonstrar os motivos que deram ensejo a essa, e, conseqüentemente, eximir-se das penalidades que dela decorrem.
3. Sou assíduo freqüentador das boates e casas noturnas da região, trafegando diversas noites por semana nas vias desta cidade, sendo, portanto, profundo conhecedor da localização dos malditos radares que nessa se situam com o intuito de subtrair desavergonhadamente o tão arduamente ganho dinheiro dos bons motoristas como eu.
Assim, não haveria por quê exceder a velocidade exatamente no ponto onde se localiza o radar.
Isto posto, segue uma breve narrativa do ocorrido na madrugada do dia 08 de junho de 2010:
4. Alguns minutos antes da constatação da infração estava sozinho no automóvel trafegando pela Avenida Brasil retornando alcoolizado de uma inglória tentativa de obter sexo oral gratuito com as freqüentadoras do Baixo Meretrício.
Revoltado com minha má performance social, decidi por bem esvair minha cólera através da velocidade nas vias públicas, ciente de estar arriscando minha vida e as de outrem.
Ao me aproximar do ponto onde foi constatada a infração, não diminuí a velocidade de meu veículo como de costume, pois na semana anterior havia disparado contra o instrumento de aferição de velocidade e fotografia conhecido popularmente como "radar" diversos tiros, sendo bem sucedido na tentativa de destruir o objeto pertencente ao município.
Entretanto, com a visão parcialmente inabilitada graças a ingestão irresponsável e desmedida (porém proposital e gratificante) de álcool etílico potável, não pude ver que o instrumento já havia sido prontamente reparado, vindo a ter ciência disso somente com o "flash" da fotografia, que, ao ser disparado me causou distração, fazendo com que eu derrubasse meu uísque e perdesse de vista uma gostosa que estava perseguindo.
5. Esse breve relato demonstra a inexistência de culpa na prática do mencionado ato, uma vez que esse se deu pelos seguintes motivos:
A) Incompetência do município em comunicar aos motoristas que o aparelho já se encontrava em funcionamento.
B) Pela Má fé da administração municipal que providenciou o reparo do instrumento em um prazo infinitamente inferior ao padrão vigente no serviço público com o intuito de prejudicar deliberadamente os motoristas alcoolizados.
Assim sendo, peço que seja declarada a nulidade da infração, a desativação dos radares fotográficos e que os pontos sejam retirados de meu prontuário.
Ainda, exijo a reposição do uísque derrubado e a identificação e telefone da motorista do Vectra Prata, placa AAC-5569, cujo instrumento público me fez perder de vista.
Por oportuno demonstro minha total insatisfação e desaprovação ao código de trânsito vigente, que impede que bons motoristas se valham de suas habilidades de pilotagem na via pública.
Termos em que, peço deferimento.
Anápolis, 10 de junho de 2010.
________________________
José Canabrava da Silva
CPF nº 272669335-54
RECURSO Auto de Infração R00039848
Notificação nº 330948
Eu, José Canabrava da Silva, brasileiro, solteiro graças a Deus por opção, portador da cédula de identidade R.G. nº 29.966.115-5, do CPF nº 272669335-54 e da carteira nacional de habilitação nº 01157267320-MG, domiciliado no Município de Anápolis, Estado de Goiás, venho, por meio deste, requerer digne-se este respeitável Departamento de Operação do Sistema Viário ("DSV") de determinar a nulidade da multa em questão.
1. Trata-se de multa emitida no dia 08 de junho de 2010, em virtude de alegado excesso de velocidade (superior a 20% da velocidade permitida), com o veículo da marca Ford, modelo Escort, de placa KCV-6666, constatado na Av. Brasil, altura do número 1.200, sentido Bairro-Centro, às 05:43 horas do dia 08 de junho de 2010.
2. Este recurso não tem por fim demonstrar a não ocorrência da infração em si considerada, mas apenas demonstrar os motivos que deram ensejo a essa, e, conseqüentemente, eximir-se das penalidades que dela decorrem.
3. Sou assíduo freqüentador das boates e casas noturnas da região, trafegando diversas noites por semana nas vias desta cidade, sendo, portanto, profundo conhecedor da localização dos malditos radares que nessa se situam com o intuito de subtrair desavergonhadamente o tão arduamente ganho dinheiro dos bons motoristas como eu.
Assim, não haveria por quê exceder a velocidade exatamente no ponto onde se localiza o radar.
Isto posto, segue uma breve narrativa do ocorrido na madrugada do dia 08 de junho de 2010:
4. Alguns minutos antes da constatação da infração estava sozinho no automóvel trafegando pela Avenida Brasil retornando alcoolizado de uma inglória tentativa de obter sexo oral gratuito com as freqüentadoras do Baixo Meretrício.
Revoltado com minha má performance social, decidi por bem esvair minha cólera através da velocidade nas vias públicas, ciente de estar arriscando minha vida e as de outrem.
Ao me aproximar do ponto onde foi constatada a infração, não diminuí a velocidade de meu veículo como de costume, pois na semana anterior havia disparado contra o instrumento de aferição de velocidade e fotografia conhecido popularmente como "radar" diversos tiros, sendo bem sucedido na tentativa de destruir o objeto pertencente ao município.
Entretanto, com a visão parcialmente inabilitada graças a ingestão irresponsável e desmedida (porém proposital e gratificante) de álcool etílico potável, não pude ver que o instrumento já havia sido prontamente reparado, vindo a ter ciência disso somente com o "flash" da fotografia, que, ao ser disparado me causou distração, fazendo com que eu derrubasse meu uísque e perdesse de vista uma gostosa que estava perseguindo.
5. Esse breve relato demonstra a inexistência de culpa na prática do mencionado ato, uma vez que esse se deu pelos seguintes motivos:
A) Incompetência do município em comunicar aos motoristas que o aparelho já se encontrava em funcionamento.
B) Pela Má fé da administração municipal que providenciou o reparo do instrumento em um prazo infinitamente inferior ao padrão vigente no serviço público com o intuito de prejudicar deliberadamente os motoristas alcoolizados.
Assim sendo, peço que seja declarada a nulidade da infração, a desativação dos radares fotográficos e que os pontos sejam retirados de meu prontuário.
Ainda, exijo a reposição do uísque derrubado e a identificação e telefone da motorista do Vectra Prata, placa AAC-5569, cujo instrumento público me fez perder de vista.
Por oportuno demonstro minha total insatisfação e desaprovação ao código de trânsito vigente, que impede que bons motoristas se valham de suas habilidades de pilotagem na via pública.
Termos em que, peço deferimento.
Anápolis, 10 de junho de 2010.
________________________
José Canabrava da Silva
CPF nº 272669335-54
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Conselho de Advogado
Uma mulher chega no escritório do juiz com visíveis hematomas.
- Doutor Juiz, você precisa me ajudar! Estou desesperada!
- Sim, o que aconteceu?
- Vossa Excelência, eu não sei o que fazer. Toda vez que meu marido chega em casa bêbado, ele me bate, ele me dá cada porrada!
- Eu tenho uma solução muito boa para isso. Quando seu marido chegar em casa embriagado, basta tomar um copo de chá de camomila e começar o gargarejo. Apenas gargareje e gargareje até seu marido dormir.
Duas semanas depois, ela retorna ao juiz e parece ter nascido de novo.
- Vossa Santidade, foi uma ideia brilhante! Toda vez que meu marido chegou em casa bêbado, eu gargarejei muitas vezes com chá de camomila e ele não me bateu.
- Você viu como calar a boca ajuda?
- Doutor Juiz, você precisa me ajudar! Estou desesperada!
- Sim, o que aconteceu?
- Vossa Excelência, eu não sei o que fazer. Toda vez que meu marido chega em casa bêbado, ele me bate, ele me dá cada porrada!
- Eu tenho uma solução muito boa para isso. Quando seu marido chegar em casa embriagado, basta tomar um copo de chá de camomila e começar o gargarejo. Apenas gargareje e gargareje até seu marido dormir.
Duas semanas depois, ela retorna ao juiz e parece ter nascido de novo.
- Vossa Santidade, foi uma ideia brilhante! Toda vez que meu marido chegou em casa bêbado, eu gargarejei muitas vezes com chá de camomila e ele não me bateu.
- Você viu como calar a boca ajuda?
Promotora vs. Porca
Uma certa promotora, muito famosa, processou um sujeito porque este a havia chamado de porca. Diante do tribunal, o sujeito foi condenado a pagar uma multa. Assim que acabou de fazer o cheque, ele virou-se para o juiz e perguntou:
- Então quer dizer que eu não posso mais chamar uma promotora de porca?
- Isso mesmo! – respondeu o juiz.
- E seu eu quiser chamar uma porca de promotora, tem algum problema?
- É obvio que não!
E virando-se para a promotora:
- Até logo, promotora!
E foi embora.
- Então quer dizer que eu não posso mais chamar uma promotora de porca?
- Isso mesmo! – respondeu o juiz.
- E seu eu quiser chamar uma porca de promotora, tem algum problema?
- É obvio que não!
E virando-se para a promotora:
- Até logo, promotora!
E foi embora.
Advogados e Engenheiros
Dois advogados embarcaram em um vôo em Seattle. Um deles sentou-se a janela, o outro sentou-se no assento do meio. No momento da decolagem, um engenheiro sentou-se na cadeira do corredor, próximo aos dois advogados. O engenheiro tirou os sapatos, mexeu os dedos do pé estava se ajeitando quando o advogado na janela disse:
”Acho que vou levantar-me e pegar uma Coca”.
“Sem problemas,” disse o engenheiro, “Eu pego para você.”
Enquanto ele pegava a Coca, um dos advogados pegou o sapato do engenheiro e cuspiu dentro dele. Quando ele voltou com a Coca, o outro advogado disse:
“Parece boa. Acho que eu vou querer uma também.”
Novamente o engenheiro foi-se gentilmente para buscar outra Coca, e enquanto ele o fazia outro advogado pegou o outro sapato do engenheiro e cuspiu dentro dele. O engenheiro retornou e todos sentaram-se e apreciaram o vôo. Quando o avião estava pousando, o engenheiro colocou de volta seus sapatos e logo descobriu o que havia acontecido e disse:
“Até quando isto vai durar?” perguntou ele. “Esta briga entre as nossas profissões? Este ódio? Esta animosidade? Estas cuspidas nos sapatos e MIJADAS dentro de Coca-colas?”
sexta-feira, 4 de junho de 2010
O juiz no interior
Conta-se que um Juiz recém empossado é nomeado para assumir uma comarca muito distante da capital de seu estado. Chegando lá observou que na cidade haviam pouquíssimas mulheres, e as que existiam eram ou muito feias ou já casadas e idosas. Mas não se preocupou muito com isso. Passados vários meses, há muito sem "namorar", o juiz chega para um de seus auxiliares e pergunta:
- Quando vocês estão há muito sem ver mulher, como vocês fazem?
O auxiliar responde:
- Ah, Doutor! Atrás da Igreja há um rio, na margem tem uma jumenta.
Antes mesmo do auxiliar terminar o Juiz, indignado, retruca:
- Meu amigo, eu sou um Juiz de Direito, não me valho destes artifícios, não quero nem mais ouvir o resto - e saiu.
Passado mais alguns meses, o Juiz já desesperado, volta ao mesmo auxiliar e pergunta:
- Onde é mesmo que eu encontro aquela jumenta?
- Ah, Doutor, por tráz da Igreja, não tem erro, na margem do rio.
O Juiz, chegando ao lugar indicado, encontra uma grande fila só de homens. Usando de sua posição na sociedade, conversa com um e com outro e finda por furar a fila e, sendo o primeiro, sem cerimônias, baixa as calças e manda vê na pobre da jumenta. Findo o ato, o auxiliar corre ao seu encontro e esbaforido lhe informa:
- Doutor, doutor, a jumenta é para atravessar o rio sem se molhar, do outro lado tem muita mulher...
- Quando vocês estão há muito sem ver mulher, como vocês fazem?
O auxiliar responde:
- Ah, Doutor! Atrás da Igreja há um rio, na margem tem uma jumenta.
Antes mesmo do auxiliar terminar o Juiz, indignado, retruca:
- Meu amigo, eu sou um Juiz de Direito, não me valho destes artifícios, não quero nem mais ouvir o resto - e saiu.
Passado mais alguns meses, o Juiz já desesperado, volta ao mesmo auxiliar e pergunta:
- Onde é mesmo que eu encontro aquela jumenta?
- Ah, Doutor, por tráz da Igreja, não tem erro, na margem do rio.
O Juiz, chegando ao lugar indicado, encontra uma grande fila só de homens. Usando de sua posição na sociedade, conversa com um e com outro e finda por furar a fila e, sendo o primeiro, sem cerimônias, baixa as calças e manda vê na pobre da jumenta. Findo o ato, o auxiliar corre ao seu encontro e esbaforido lhe informa:
- Doutor, doutor, a jumenta é para atravessar o rio sem se molhar, do outro lado tem muita mulher...
Fonte: Email de Fred Senna.
Paternidade
Em uma comarca próxima a Recife, na audiência inicial de uma Ação de Reconhecimento de Paternidade movida pela genitora do menor cujo pai não o reconhecia como tal, o Juiz resolve fazer ele mesmo o pregão.
- Que entre a mãe do menor, Sra. Fulana de Tal. A mesma levanta-se e entra.
- Que entre o pai do menor, Sr Sicrano. Dito isto, o mesmo se levanta e também entra na sala.
Voltando ao seu lugar, antes mesmo de sentar, o Juiz começa a ditar, para desespero do suposto pai e seu advogado:
- Que o Sr. Sicrano reconhece ser o pai do menor, Fulaninho.
- Que entre a mãe do menor, Sra. Fulana de Tal. A mesma levanta-se e entra.
- Que entre o pai do menor, Sr Sicrano. Dito isto, o mesmo se levanta e também entra na sala.
Voltando ao seu lugar, antes mesmo de sentar, o Juiz começa a ditar, para desespero do suposto pai e seu advogado:
- Que o Sr. Sicrano reconhece ser o pai do menor, Fulaninho.
Fonte: Email de Fred Senna.
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