domingo, 30 de março de 2014

Não mentirás


sexta-feira, 14 de março de 2014

O advogado e a coceira

Amit era um alto funcionário da corte do Rei Akbar. Há muito tempo nutria um desejo incontrolável de chupar os voluptuosos seios da rainha até se fartar. Porém, todas as vezes que tentou, deu-se mal. Um dia, ele revelou seu desejo a Birbal, principal conselheiro e Advogado do Rei, e pediu que ele fizesse algo para ajudá-lo. Birbal, depois de muito pensar, concordou, sob a condição de Amit lhe pagar mil moedas de ouro, que aceitou o acordo.

No dia seguinte, Birbal preparou um líquido que causava comichões e derramou no sutiã da rainha, que o retirara enquanto tomava banho. Logo a coceira começou e aumentou de intensidade, deixando o rei preocupado. Médicos de todo o reino foram chamados, mas nada resolveu. Birbal então disse ao Rei que apenas uma saliva especial, se aplicada por quatro horas, curaria aquela espécie de coceira. Birbal também disse que essa saliva só poderia ser encontrada na boca de Amit.

O Rei Akbar ficou muito feliz e então chamou Amit que, pelas quatro horas seguintes, fartou-se em chupar com vontade os suculentos e deliciosos peitões da rainha. Lambendo, mordendo, apertando e passando a mão, ele fez o que sempre desejou. Satisfeito, ele se encontrou com o advogado Birbal que queria receber o combinado.

Com seu desejo plenamente realizado e sua libido satisfeita, Amit se recusou a pagar ao advogado e, ainda por cima, o escorraçou e zombou de sua cara, pois sabia que Birbal nunca poderia contar o fato ao rei. Mas Amit havia subestimado o Advogado Birbal. No dia seguinte, por vingança, Birbal colocou o mesmo líquido na cueca do rei.

MORAL da HISTÓRIA
Você pode ficar devendo pro mundo inteiro. Mas NUNCA, NUNCA MESMO, pense em dever para um advogado...

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Jogo de Palavras


terça-feira, 2 de julho de 2013

Eles podem tudo


quarta-feira, 22 de maio de 2013

Cabaré processa Igreja Universal


Em Aquiraz, no Ceará, dona Tarcília Bezerra construiu uma expansão de seu cabaré, cujas atividades estavam em constante crescimento após a criação de seguro desemprego para pescadores e vários outros tipos de bolsas.

Em resposta, a Igreja Universal local iniciou uma forte campanha para bloquear a expansão, com sessões de oração em sua igreja, de manhã, à tarde e à noite.

O trabalho de ampliação e reforma progredia célere até uma semana antes da reinauguração, quando um raio atingiu o cabaré queimando as instalações elétricas e provocando um incêndio que destruiu o telhado e grande parte da construção.

Após a destruição do cabaré, o pastor e os crentes da igreja passaram a se gabar "do grande poder da oração".

Então, Tarcília processou a igreja, o pastor e toda a congregação, com o fundamento de que eles "foram os responsáveis pelo fim de seu prédio e de seu negócio, utilizando-se da intervenção divina, direta ou indireta, e das ações ou meios.”

Na sua resposta à ação judicial, a igreja, veementemente, negou toda e qualquer responsabilidade ou qualquer ligação com o fim do edifício.

O juiz a quem o processo foi submetido leu a reclamação da autora e a resposta dos réus e, na audiência de abertura, comentou:

- Eu não sei como vou decidir neste caso, mas uma coisa está patente nos autos. Temos aqui uma proprietária de um cabaré que firmemente acredita no poder das orações, e uma igreja inteira declarando que as orações não valem nada!”.
Que a história acima trata-se de uma lenda urbana é certeza, mas ela ser postada no blogue do Bispo Edir Macedo é no mínimo curioso.





terça-feira, 21 de maio de 2013

O Caso do Gaúcho

Venâncio, o gaudério lá das bandas de São Borja, estava pescando quando, de repente, viu uma prenda a ponto de saltar da ponte do rio. Prestimoso como todo o tapejara, recolheu o equipamento e se dirigiu para ela, perguntando:

- Que tu tá fazendo, guria?

- Vou me suicidar, responde com uma voz delicada e cadenciada, e ameaça pular.

Bom de coração como é a marca dos daqui, Venâncio pensa um pouco e diz:

- Bom, antes de saltar, por que não me dá um beijo?

Ela acena com a cabeça, bota de lado os cabelos compridos encaracolados e dá um beijo longo e apaixonado na boca do Venâncio. A turma de pescadores ao lado da barranca aplaude. Venâncio recupera o fôlego, alisa a barba e admite:

- Este foi o melhor beijo que me deram na vida. É um talento que se perderá caso tu te suicide. Por que quer morrer?

- Meus pais não gostam que eu me vista de mulher!!!

Não lembro se o caso terminou classificado como homicídio, suicídio ou duplo afogamento.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Ela tarda, mas...


segunda-feira, 8 de abril de 2013

Aforismos

"Um homem é inocente até que se prove que está sem dinheiro." (anônimo)

"Custas processuais é aquilo que o advogado cobra do cliente além do que foi combinado." (anônimo)

"Um júri é um grupo de pessoas escolhidas para decidir quem tem o melhor advogado." (Robert Frost)

"Para um advogado o crime sempre compensa." (anônimo)

"Um bom advogado é um mau vizinho." (anônimo)

"Quando Deus veio ao mundo,
para castigar os infiéis,
deu ao Egito gafanhotos
e ao Brasil deu bacharéis"
(autor desconhecido)

"Avocatus non ladrum." (Santo Ivo)

"Para que serve um advogado honesto quando o que você precisa é de um advogado desonesto?" (Eric Ambler)

"Quem advoga em causa própria tem um idiota como cliente." (Jean Carcagne)

"Primeira coisa a fazer: matar todos os advogados." (William Shakespeare)

"Juízes, não sois máquinas! Homens é o que sois!" (Charles Chaplin, em "O Último Discurso")

"Mais vale um juiz bom e prudente que uma lei boa. Com um juiz mau e injusto, uma lei boa de nada serve, porque ele a verga e a torna injusta a seu modo" (Código Geral da Suécia, 1734)

"O magistrado, como a mulher de César, nunca deve ser suspeito" (Andreoli)

"O juiz não é nomeado para fazer favores com a Justiça, mas para julgar segundo as leis" (Platão)

"Eu não recearia muito as más leis se elas fossem aplicadas por bons juízes. Não há texto de lei que não deixe campo à interpretação. A lei é morta. O magistrado vivo. É uma grande vantagem que ele tem sobre ela" (Anatole France)

"A defesa é o mais legítimo direito dos homens" (Carlos Bernardo González Pecotche)

"Quando se quer mudar os costumes e as maneiras, não se deve mudá-las pelas leis" (Montesquieu)

"É preciso que os homens bons respeitem as leis más, para que os homens maus respeitem as leis boas" (Sócrates)

"Em toda sociedade em que há fortes e fracos, é a liberdade que escraviza e é a lei que liberta" (Lacordaire)

"A lei e a eqüidade são duas coisas que Deus uniu, mas o homem separou" (Charles Caleb Colton)

"As leis abundam nos Estados mais corruptos" (Corruptissima in republica plurimae leges) (Tácito)

"A qualidade do Direito é inversamente proporcional à quantidade dos argumentos" (Jean Carcagne)

"Para os pobres, é dura lex, sed lex. A lei é dura, mas é a lei. Para os ricos, é dura lex, sed latex. A lei é dura, mas estica." (Fernando Sabino)

"Não há melhor maneira de exercitar a imaginação do que estudar direito. Nenhum poeta jamais interpretou a natureza com tanta liberdade quanto um jurista interpreta a verdade" (Jean Giraudox)

"Um homem que se vende recebe sempre mais do que vale" (Aparício Torelly, Barão de Itararé)

"Mais cedo ou mais tarde, a maconha será legalizada. Todos os estudantes de Direito a fumam" (Lenny Bruce)

"Fiz tão bem o meu curso de Direito que, no dia em que me formei, processei a faculdade, ganhei a causa e recuperei todas as mensalidades que havia pago" (Fred Allen, comediante americano)

"Como? Não há álibi? Então ele deve ser inocente!" (Emile Gaboriau)

"Um contrato verbal não vale a tinta com que é assinado" (Samuel Goldwyn, ator americano)

"Diplomata é um sujeito que pensa duas vezes antes de não dizer nada" (anônimo)

"Plágio é quando se rouba de um autor. Pesquisa é quando se rouba de vários autores" (Wilson Mizner)

"O advogado deve sugerir por forma tão discreta os argumentos que lhe dão razão, que deixe ao juiz a convicção de que foi ele próprio quem os descobriu" (Piero Calamandrei)

"Para os amigos, tudo; para os desconhecidos, a lei; para os inimigos, até a calúnia, se for necessário" (anônimo)

domingo, 21 de outubro de 2012

Simbólico mas nem tanto


terça-feira, 9 de outubro de 2012

Tempos modernos


Paralelo



Na Justiça e no futebol juiz bom é aquele que não é notado.

(Anônimo)

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Marido Juiz versus Esposa Advogada

Discussão marital entre juiz (esposo) e advogada (esposa)

Desajeitado, o magistrado Dr. Judson tentava equilibrar em suas as mãos, uma coca-cola, um pacotinho de biscoitos e uma pasta de documentos. Com toda esta tralha, dirigir-se-ia para seu gabinete, mas ao dar meia volta deparou-se com sua esposa, a advogada Dra. Themis, que já o observava há sabe-se lá quantos minutos. O susto foi tal que a coca, os biscoitos e os documentos foram ao chão. O juiz franziu o cenho e estava pronto para praguejar, quando observou que a testa da mulher era ainda mais franzida que a sua. Por se tratarem de dois juristas experientes, não é estranho que o diálogo litigioso que se instaurava obedecesse aos mais altos padrões de erudição processual.

ESPOSA:
- Judson! Eu não aguento mais essa sua inércia. Eu estou carente, carente de ação, entende?

JUIZ:
- Carente de ação? Ora, você sabe muito bem que, para sair da Inércia, o Juízo precisa ser provocado e você não me provoca, há anos. Já eu dificilmente inicio um processo sem que haja contestação.

ESPOSA:
- Claro, você preferia que o processo corresse à revelia. Mas não adianta, tem que haver o exame das preliminares, antes de entrar no mérito. E mais, com você o rito é sempre sumaríssimo, isso quando a lide não fica pendente... Daí é que a execução fica frustrada.

JUIZ:
- Calma aí, agora você está apelando. Eu já disse que não quero acordar o apenso, no quarto ao lado. Já é muito difícil colocá-lo para dormir. Quanto ao rito sumaríssimo, é que eu prezo a economia processual e detesto a morosidade. Além disso, às vezes até uma cautelar pode ser satisfativa.

ESPOSA:
- Sim, mas pra isso é preciso que se usem alguns recursos especiais. Teus recursos são sempre desertos, por absoluta ausência de preparo.

JUIZ:
- Ah, mas quando eu tento manejar o recurso extraordinário você sempre nega seguimento. Fala dos meus recursos, mas impugna todas as minhas tentativas de inovação processual. Isso quando não embarga a execução.

Mas existia um fundo de verdade nos argumentos da Dra. Themis. E o Dr. Juílson só se recusava a aceitar a culpa exclusiva pela crise do relacionamento. Por isso, complementou:

JUIZ:
- Acho que o pedido procede, em parte, pois pelo que vejo existem culpas concorrentes. Já que ambos somos sucumbentes vamos nos dar por reciprocamente quitados e compor amigavelmente o litígio.

ESPOSA:
- Não posso. Agora existem terceiros interessados. E já houve a preclusão consumativa.

JUIZ:
- Meu Deus! Mas de minha parte não havia sequer suspeição!

ESPOSA:
- Sim. Há muito que sua cognição não é exauriente. Aliás, nossa relação está extinta. Só vim pegar o apenso em carga e fazer remessa para a casa da minha mãe.

E ao ver a mulher bater a porta atrás de si, Dr. Judson fica tentando compreender tudo o que havia acontecido. Após deliberar por alguns minutos, chegou a uma triste conclusão:

JUIZ: 
- É.. e eu é quem vou ter que pagar as custas...

(Autor Desconhecido)

sábado, 11 de agosto de 2012

Dia do Advogado 2012


domingo, 3 de junho de 2012

Atacar!


Ética


quarta-feira, 23 de maio de 2012

Juízes que leem o processo

(Clique na imagem para vê-la em tamanho grande)

terça-feira, 15 de maio de 2012

Juízes Incorruptíveis


domingo, 6 de maio de 2012

Brechas


quinta-feira, 19 de abril de 2012

Estilos de bronzeado


Katteca e a Separação Litigiosa